Cogumelos X Ayahuasca (Psilocibina X DMT)

urueds

Hifa
Membro Ativo
Amigos porque os cogumelos não precisam de inibidores da enzima MAO?

Amigos desculpem minha simplicidade no assunto o qual sou novato, por favor alguém poderia me explicar porque a psilocibina e seu DMT não precisa dos famosos Inibidores da monoamina oxidase para poder entrar na corrente sanguínea e fazer o seu efeito tão esperado, assim como o chá ayahuasca.
 
Editado por um moderador:

Salaam`aleik

Kal-hifa
Administrador
Porque a psilocina chega ao cérebro antes de ser metabolizada pela MAO, e a dose ativa é relativamente pequena.

Na verdade a pergunta é outra. O DMT (por via oral) é que precisa de IMAO para não ser metabolizado antes de chegar ao cérebro, a não ser talvez em uma dose muito alta.
 

ExPoro

Psiconauta Apaixonado. Enteogenista Floyd-Gospel.
Membro Ativo
Com todo respeito aos frequentadores de locais de Ayahuasca e com a ressalva de que os trabalhos feitos com esse chá são muito poderosos e espiritualizados, e que eu mesmo frequento e pretendo tornar a ir em um local com ritual de Ayahuasca...

Francamente me pergunto se é ideal e natural usar um enteógeno que necessita de um complemento para a mente sentir os efeitos. Se o corpo humano através da evolução de milhares ou milhões de anos terminou por suprimir o DMT em sua forma natural de absorção (oral), o que não fez com a psilocibina cuja interação é ainda mais intensa, liberta e limpante; é porque teve uma razão seletiva pra tanto. Enquanto os cogumelos permaneceram psicoativos por si mesmos, assim como outros enteógenos na natureza (a mescalina dos índios norte-americanos, por exemplo), a interação dos antepassados dos Humanos com o DMT gerou sua inefetividade por si mesmo, o que indica um resultado evolutivo que devia gerar uma reflexão se deve ser persistido seu uso diante de outras opções ainda mais eficazes.

O Ayahuasca é poderosíssimo, sim. Mas o fato de gerar uma "vontade de retornar e tomar de novo", que inexiste nos cogumelos, é para mim no mínimo preocupante (30ª exp):

Também pude ouvir atentamente algumas coisas que o cogumelo me levou a notar sobre o chá do Daime, que começo a frequentar. Achei incrível que o cogumelo seja tão mas tão integrado ao corpo humano que até mesmo em relação ao Ayahuasca eu notei uma tendência a "querer voltar pra completar o trabalho" que os cogumelos nunca me trouxeram - eles vêm e fazem tudo que precisam fazer de uma vez só, não sinto nada "por fazer" apesar de tornar a tomar o chá para continuar progredindo; mas não tenho nenhuma vontade de tomar, eu tomo porque quero ser alguém melhor depois que passam os efeitos. Atribuí a isso o fato de que o DMT não era pra ser psicoativo oralmente, e isso é forçado pelo IMAOi, enquanto o cogumelo basta a si para ter tais efeitos; então nossos antepassados pré-homo sapiens lidaram com ele muito mais e por isso o organismo consegue reagir com cogumelos até melhor do que reage com DMT. Neste âmbito, fique aqui claro que ambas são substâncias sagradas, e o Ayahuasca consegue elaborar as coisas de um jeito diferente e profundo - são dois caminhos diferentes para a luz. Mas sinto que a sensação de limpeza posterior com o cogumelo é total, sem deixar nada "por fazer" em relação aos sentimentos e pensamentos que ocorram sob seus efeitos. É como me sinto neste momento sobre o tema e espero não ofender a nenhum membro daquela religião, pois que ela me ajuda bastante; a questão aqui é apenas relativa e diz respeito a algo específico, conquanto são dois sacramentos que trazem luz e profunda reformulação de vida.

Um adendo... Acredito que, das triptaminas mais potentes psicoativamente, somente a mescalina, por ser encontrada em cactos, possa ter a mesma beneficência orgânica direta que os cogumelos. O fundamento é o mesmo que o dos cogumelos: os pré-homo sapiens só precisavam estender a mão e morder o cacto (talvez tirar os espinhos? :LOL:), sem qualquer preparo prévio, e daí a interação ao longo de milhões de anos de mutações, etc.

Felizmente os cogumelos conseguem não somente libertar a pessoa dos grilhões de outras drogas e de outros vícios ou dependências, mas também liberta a pessoa até dele mesmo. O Ayahuasca funciona com tanto poder porque dentro de um setting com várias pessoas num ritual, enquanto os cogumelos podem fazer a mesma coisa dentro de casa e até em settings contrários a reflexões. Acho uma pena que o desenvolvimento do Daime tenha sido com o DMT, e não com a psilocibina. Seria muito mais poderoso, mas talvez não tivesse tantos adeptos - tanto porque o cogumelo não pede retorno, quanto porque a forma como ele joga tudo na cara é muito mais dolorida, assim como a efetividade de seus resultados positivos.

Não que não pense em voltar ao Daime, e não que o âmbito mais "racional-espiritual" do Ayahuasca não tenha me apresentado pensamentos e elaborações que com o cogumelo não consegui - dizer isso seria ingratidão com a ajuda recebida pelo chá do Ayahuasca. Mas também atribuo a isso o cenário religioso do sacramento. Mas ainda assim lamento que os índios brasileiros não tenham se envolvido com o cogumelo, e que a tradição Daimista use DMT ao invés de psilocibina. Esta seria o ideal.

Apenas um organismo acostumado com cogumelos consegue sentir a imperfeição do sagrado Ayahuasca, porque a psilocibina consegue ter resultados orgânicos muito mais poderosos, limpantes e libertos de "continuar com os trabalhos". Há pessoas que vão pra mata com amigos e tomam cogumelo apenas uma vez na vida - e daí nunca mais fumam ou bebem, tampouco precisam tomar cogumelo de novo; há (mais de um?) relato neste sentido aqui no fórum. O mesmo não ocorre com o Ayahuasca. A pessoa pode ter os mesmos resultados que alguém tem com cogumelos, mas a tendência é se tornar um frequentador assíduo de locais de Ayahuasca. Já os cogumelos, a pessoa se cura (física ou mentalmente) e, não muito raro, nunca mais toma.

Tive um amigo que virou Daimista e depois foi se isolar do mundo no interior do Brasil num sítio com cultos de Daime. Consigo imaginar isso tranquilamente com quem toma Ayahuasca. Não consigo imaginar essa tendência espiritual-alienante com quem toma cogumelos: eles nos situam na realidade com muito mais veemência. O DMT - partícula do espírito - cria a possibilidade de alienar da vida concreta. Já a psilocibina - partícula dos sentimentos - tende a trazer pra realidade e atuar no mundo ao invés de se isolar deste.

É como penso, quando faço a comparação. Isso não anula o fato de que, no entanto, pretendo continuar com meus trabalhos no Daime e atuar na melhora de meu espírito e corpo com sua força poderosa de trabalho, que é diversa da do cogumelo.

Por fim, se é também pra marcar a diferença, o DMT cria um ambiente de comunicação calma e pacífica após o uso, mas não se aproxima da conexão instintiva e emocional entre pessoas que tomar cogumelos junto cria. Há algo de educado e manso no DMT, mas não se assemelha à real conexão que a psilocibina parece estabelecer entre os envolvidos numa experiência em conjunto, acompanhada de uma profunda disposição em colaborar. Não consigo imaginar alguém logo após o uso de cogumelos se negar a prestar ajuda a um recém-chegado no local - enquanto com DMT isso aconteceu entre sorrisos de mansidão (com a justa ressalva de que outro membro antigo do local me deu a ajuda de boa-vontade). É uma das consequências do âmbito mais "racional-espiritual" do DMT, enquanto a psilocibina fica na área "emocional-espiritual", com resultados mais profundos.

Ou seja, DMT é excelente? Psilocibina é perfeita. E ambos são sagrados.
 
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Salaam`aleik

Kal-hifa
Administrador
A DMT também é ativa oralmente, só que a dose ativa é maior. É necessário você tomar uma dose que exceda a capacidade do corpo oxidá-la. Com a psilocibina isso não acontece porque a primeira reação metabólica é a de defosforilação, que a transforma em psilocina (e assim ela passa pelo fígado).

a interação dos antepassados dos Humanos com o DMT gerou sua inefetividade por si mesmo, o que indica um caminho evolutivo
Os psicoativos geralmente são defesas das plantas contra possíveis predadores. Olhando por outro lado podemos considerar que o ser humano evoluiu para não ser afetado pelo DMT e assim poder consumir essas plantas (há dezenas de plantas que possuem DMT na natureza). Sem esse tipo de evolução, você provavelmente não conseguiria comer nem batatas.

O Ayahuasca é poderosíssimo, sim. Mas o fato de gerar uma "vontade de retornar e tomar de novo", que inexiste nos cogumelos, é para mim no mínimo preocupante
Não sinto essa vontade, com nenhuma das substâncias. Não antes de um bom tempo sem usar.

Talvez a sua vontade de continuar com a ayahuasca seja, na verdade, os enteógenos tentando passar uma mensagem a você?

Felizmente os cogumelos conseguem não somente libertar a pessoa dos grilhões de outras drogas e de outros vícios ou dependências, mas também liberta a pessoa até dele mesmo.
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Não que não pense em voltar ao Daime,...
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a psilocibina consegue ter resultados orgânicos muito mais poderosos, limpantes e libertos de "continuar com os trabalhos". ..
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já os cogumelos, a pessoa se cura (física ou mentalmente) e, não muito raro, nunca mais toma....
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no entanto, pretendo continuar com meus trabalhos no Daime
Pelas suas opiniões contraditórias e outras tantas experiências relatadas, você não devia continuar com nenhum dos dois. Mas vai continuar com os trabalhos, de ayahuasca e de cogumelos. Logo vê-se que estão funcionando, né @ExPoro... :rolleyes:
 

PauloBLKNS

Primórdia
Membro Novo
A questão é quais os processos que devem acontecer pro cogumelo ter o lugar justo na sociedade, nós como entusiastas e formadores de opinião psiconáutica que devemos fazer? Muito bonito ia ser o dia que tivessem "uniões do micélio" por ai oferecendo algo inédito às pessoas, cm o set & setting adequado, ritualístico... Quero dizer, assim como um dia alguém teve que tomar as devidas providências cm o chá do daime, o cogu não pode ser deixado pra trás pq além de ser deixado pra trás ele ainda acaba sendo marginalizado pela ignorância alheia, inclusive de mtos adeptos ai ao uso das plantas enteógenas
 

Gustavo_Loge

Hifa
Membro Novo
Estou achando bem interessante a discussão.....
Sou frequentador de um centro de ayauasca, a aproximadamente 5 anos.....
Acho que a questão do trabalho espiritual que é feito na ayahuasca é muito importante, tanto a parte da colheita, preparação do chá, e a união das pessoas que participam, isso reforça muito seu poder.....fazendo a pessoa se corrigir e também melhorar a convivência, se afastando de pessoas com vibrações diferentes da sua e se aproximando das que estão com o mesmo objetivo que você, e isso facilita muito a pessoa a adquirir equilíbrio e chegar aonde se quer chegar...talvez isso explique também o grau de dificuldade que é pra preparar o cha, em comparação com os cogumelos.....tudo foi arquitetado dessa forma com esse objetivo (e outros também)
Ja com o cogumelo, tive uma experiencia na minha casa, com alguns amigos.....e senti muito a falta de um guia, ou de uma interação com mais pessoas, mais objetividade....pra mim foi uma experiencia muito vaga.....acredito que se um trabalho for realizado com os cogumelos, eles podem potencializar muito o poder....pois somente a experiencia psicodelica, só a viagem.....pode ajudar um pouco, mas a constância, pode levar a pessoa a uma pratica melhor na vida....afinal acredito que o objetivo desses seres (ayahuasca e cogumelho) é equilibrar o ser humano.....e esse equilíbrio só vem com a pratica do bem na vida....
 

Tsnu

Hifa
Membro Novo
Com todo respeito aos frequentadores de locais de Ayahuasca e com a ressalva de que os trabalhos feitos com esse chá são muito poderosos e espiritualizados, e que eu mesmo frequento e pretendo tornar a ir em um local com ritual de Ayahuasca...

Francamente me pergunto se é ideal e natural usar um enteógeno que necessita de um complemento para a mente sentir os efeitos. Se o corpo humano através da evolução de milhares ou milhões de anos terminou por suprimir o DMT em sua forma natural de absorção (oral), o que não fez com a psilocibina cuja interação é ainda mais intensa, liberta e limpante; é porque teve uma razão seletiva pra tanto. Enquanto os cogumelos permaneceram psicoativos por si mesmos, assim como outros enteógenos na natureza (a mescalina dos índios norte-americanos, por exemplo), a interação dos antepassados dos Humanos com o DMT gerou sua inefetividade por si mesmo, o que indica um resultado evolutivo que devia gerar uma reflexão se deve ser persistido seu uso diante de outras opções ainda mais eficazes.

O Ayahuasca é poderosíssimo, sim. Mas o fato de gerar uma "vontade de retornar e tomar de novo", que inexiste nos cogumelos, é para mim no mínimo preocupante (30ª exp):




Felizmente os cogumelos conseguem não somente libertar a pessoa dos grilhões de outras drogas e de outros vícios ou dependências, mas também liberta a pessoa até dele mesmo. O Ayahuasca funciona com tanto poder porque dentro de um setting com várias pessoas num ritual, enquanto os cogumelos podem fazer a mesma coisa dentro de casa e até em settings contrários a reflexões. Acho uma pena que o desenvolvimento do Daime tenha sido com o DMT, e não com a psilocibina. Seria muito mais poderoso, mas talvez não tivesse tantos adeptos - tanto porque o cogumelo não pede retorno, quanto porque a forma como ele joga tudo na cara é muito mais dolorida, assim como a efetividade de seus resultados positivos.

Não que não pense em voltar ao Daime, e não que o âmbito mais "racional-espiritual" do Ayahuasca não tenha me apresentado pensamentos e elaborações que com o cogumelo não consegui - dizer isso seria ingratidão com a ajuda recebida pelo chá do Ayahuasca. Mas também atribuo a isso o cenário religioso do sacramento. Mas ainda assim lamento que os índios brasileiros não tenham se envolvido com o cogumelo, e que a tradição Daimista use DMT ao invés de psilocibina. Esta seria o ideal.

Apenas um organismo acostumado com cogumelos consegue sentir a imperfeição do sagrado Ayahuasca, porque a psilocibina consegue ter resultados orgânicos muito mais poderosos, limpantes e libertos de "continuar com os trabalhos". Há pessoas que vão pra mata com amigos e tomam cogumelo apenas uma vez na vida - e daí nunca mais fumam ou bebem, tampouco precisam tomar cogumelo de novo; há (mais de um?) relato neste sentido aqui no fórum. O mesmo não ocorre com o Ayahuasca. A pessoa pode ter os mesmos resultados que alguém tem com cogumelos, mas a tendência é se tornar um frequentador assíduo de locais de Ayahuasca. Já os cogumelos, a pessoa se cura (física ou mentalmente) e, não muito raro, nunca mais toma.

Tive um amigo que virou Daimista e depois foi se isolar do mundo no interior do Brasil num sítio com cultos de Daime. Consigo imaginar isso tranquilamente com quem toma Ayahuasca. Não consigo imaginar essa tendência espiritual-alienante com quem toma cogumelos: eles nos situam na realidade com muito mais veemência. O DMT - partícula do espírito - cria a possibilidade de alienar da vida concreta. Já a psilocibina - partícula dos sentimentos - tende a trazer pra realidade e atuar no mundo ao invés de se isolar deste.

É como penso, quando faço a comparação. Isso não anula o fato de que, no entanto, pretendo continuar com meus trabalhos no Daime e atuar na melhora de meu espírito e corpo com sua força poderosa de trabalho, que é diversa da do cogumelo.

Por fim, se é também pra marcar a diferença, o DMT cria um ambiente de comunicação calma e pacífica após o uso, mas não se aproxima da conexão instintiva e emocional entre pessoas que tomar cogumelos junto cria. Há algo de educado e manso no DMT, mas não se assemelha à real conexão que a psilocibina parece estabelecer entre os envolvidos numa experiência em conjunto, acompanhada de uma profunda disposição em colaborar. Não consigo imaginar alguém logo após o uso de cogumelos se negar a prestar ajuda a um recém-chegado no local - enquanto com DMT isso aconteceu entre sorrisos de mansidão (com a justa ressalva de que outro membro antigo do local me deu a ajuda de boa-vontade). É uma das consequências do âmbito mais "racional-espiritual" do DMT, enquanto a psilocibina fica na área "emocional-espiritual", com resultados mais profundos.

Ou seja, DMT é excelente? Psilocibina é perfeita. E ambos são sagrados.
Exporo


Quantas vezes você tomou Ayahuasca? E em que contexto? Dentro das religiões?

Cara, nós não temos embasamento algum para comparar os elementais desses poderosos professores da natureza. Podemos conhecer um pouco sobre as substâncias... mas isso não é nada comparado com o todo que envolve a experiência com as plantas de poder.

Cogumelo não é melhor do que Ayahuasca, Ayahuasca não é melhor que Jurema, Jurema não é melhor que San Pedro e etc.

Tudo vai depender da relação que cada um tem com a força de cada planta.

Tudo o que você creditou a psilocibina, também pode se experenciar com o DMT. Tomar sozinho em casa. Tomar uma vez e nunca mais tomar, ter experiências onde tudo é jogado na cara....

De um modo geral, entendo que você fez uma comparação da utilização dos cogumelos com uma religião, e não com a Ayahuasca. Dizer que o DMT cria uma comunicação calma e pacífica e que isso não se aproxima da conexão instintiva e emocional dos cogumelos pra mim é uma furada... tanto nos cogus, como na Ayahuasca existe um infinito... e se encontrar, mesmo que por um instante nesse infinito, depende de cada um.

Na verdade, tive várias experiências, principalmente na força dos cogumelos, Jurema e Ayahuasca em que senti, no meio da trip, que jamais devo ousar comparar essas medicinas. Elas carregam além das substâncias que as constituem, a força do seu elemental e toda sua ancestralidade.
 

Carcará

Esporo
Membro Novo
Bem, segundo a tradição Jesus já nasceu como filho de Deus, enquanto Buda é outra história ;)

Mas, digamos que tenham havido, ou hajam, mestres que simplesmente não fundaram grupos. Nem saberíamos deles. Algumas referências budistas falam em budas anteriores ao Buda histórico, o Sakiamuni, que se iluminaram mas não giraram a roda do Dharma.

Não vejo como deduzir que a experiência social tende a ser realizada em caráter de sagrada, enquanto a experiência individual seja mais subjetiva neste aspecto. E aliás o que vemos por aí são vários grupos religiosos bem suspeitos quanto ao representarem um caminho para o sagrado.
Como assim outra hostória???
 

Ecuador

Artífice esporulante
Administrador
Como assim outra hostória???

Para parte dos budistas Buda nasceu como um ser senciente, preso a renascimentos descontrolados no samsara, como todos os outros seres sencientes. E alcançou a iluminação nesse renascimento como Sidarta Gautama, liberando-se do samsara.

Entretanto há outras tradições budistas que consideram Buda Shakiamuni uma emanação de um ser que já tinha se iluminado antes, e que renasceu como Sidarta Gautama para demonstrar o caminho para a iluminação, e para girar a roda do Dharma.
 
Superior