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o que é a trip?

Não há regra bruno, o ciclo é complementado ao eternizar a expêriencia no ser.

Apesar de parecer que não ha regra, mesmo assim idêntificamos pautas (ou padrões) na natureza em seus dinamismos.. Por exemplo, a semente tem um série de transformações e se torna uma nova planta, essa dinâmica é marcada como uma pauta natural que não necessita de nenhuma intervenção humana.
É hipotétito afirmar então que uma semente germinaria e todas as sementes continuariam a germinar caso o ser humano se extinguissem da terra, entretanto isso entra em conflito com uma outra questão, da própria exisTência da semente, que para alguns filosofos é extinta junto com a humanidade, pois a exisTência de seres pensantes é uma condição necessária para a existência extra-mental de maneira imediata. As linhas psicologistas seguem mais ou menos essa mesma idéia de existência condicionada e condenada ao Eu, ao sujeito.
Existêm vários argumentos tanto para essa idéia, quanto para a existência plena do universo em sí mesmo, independente do sujeito que o observa, quanto a esse dualismo eu digo que seja talvez o maior dualismo da filosofia.
Mas em ambos os casos, nos resta a síntese das duas idéias, que é particularmente uma das minhas idéias filosóficas pilares: Ora, se o mundo real em sí não existisse eu também não, e se Eu não existisse o mundo real também não, portanto Tanto eu como o mundo são correlativos e necessários, só existem enquanto mutua dependência.
 

bruno, o mundo real tem vida própria, onde o EU está inserido.

Esta inserção gera dependência? mútua?

Inserção traz idéia de pré-existência.
 

bruno, o mundo real tem vida própria, onde o EU está inserido.

Esta inserção gera dependência? mútua?

Inserção traz idéia de pré-existência.

O problema é que não conhecemos nenhum fantasma que possa nos garantir isso.
E nem tampouco um Eu que não vive no mundo real.

É por isso que somos forçados a, não negar o óbvio da existência, mas afirmar aquilo que nem tão óbvio é, justamente o contrário do óbvio, o absurdo que é a existência.

O Eu infere no mundo, o Eu é quem diz: "Oi, eu existo", mas o mundo também infere no Eu, existêm padrões comportamentais, pautas no dinamismo da natureza do ser humano, ele é guiado por "diretrizes", "instintos", "objetivos-de vida", em graus menores e maiores, o ser humano não é pleno em liberdade.
E dessa síntese resulta que o Eu e o Mundo existêm de maneira co-relativa e com mutua dependência.

A questão é ser capaz de superar inclusive os próprios padrões comportamentais, as noções morais ja consolidades na nossa alma, renegar a tudo e criar a si mesmo o seu próprio mundo e se tornar assim própriamente o Deus.
Mas isso não é facil!!
 
O problema é que não conhecemos nenhum fantasma que possa nos garantir isso.
E nem tampouco um Eu que não vive no mundo real.

É por isso que somos forçados a, não negar o óbvio da existência, mas afirmar aquilo que nem tão óbvio é, justamente o contrário do óbvio, o absurdo que é a existência.

O Eu infere no mundo, o Eu é quem diz: "Oi, eu existo", mas o mundo também infere no Eu, existêm padrões comportamentais, pautas no dinamismo da natureza do ser humano, ele é guiado por "diretrizes", "instintos", "objetivos-de vida", em graus menores e maiores, o ser humano não é pleno em liberdade.
E dessa síntese resulta que o Eu e o Mundo existêm de maneira co-relativa e com mutua dependência.

A questão é ser capaz de superar inclusive os próprios padrões comportamentais, as noções morais ja consolidades na nossa alma, renegar a tudo e criar a si mesmo o seu próprio mundo e se tornar assim própriamente o Deus.
Mas isso não é facil!!

A auto-afirmação, principalmente física em relação ao próprio espaço ocupado seria um bom primeiro passo neste processo de mutualidade, porém longo e demorado, logo necessário.​


Mas não há liberdade plena como vc mesmo disse...​


Padrões estão por tada a parte.​
 
A auto-afirmação, principalmente física em relação ao próprio espaço ocupado seria um bom primeiro passo neste processo de mutualidade, porém longo e demorado, logo necessário.​


Mas não há liberdade plena como vc mesmo disse...​


Padrões estão por tada a parte.​
Cara, isso começa a ficar interessante na filosofia de Decartes, onde ele tenta empreender um mundo justificado por uma relação de pontos geométricos que se movem e com a relação entre eles, tenta assim construir o próprio mundo "real".
Tanto que fica famoso e lhe dão o seu nome o "plano cartesiano" que é nada mais do que a janela da alma na filosofia de Decartes, um Papel, uma pano de fundo, uma "tela" onde o mundo real acontece.
Leibinz também faz alguma coisa parecida quando tenta explicar a tragetória "existêncial" de qualquer partícula a partir de uma função que ja estaria contida dentro dela mesma, o calculo infinitezimal, que estudamos até hoje e conhecido como calculo integral.
A história da filosofia e o desenvolvimento do pensamento é lindo!!
 
Cara, isso começa a ficar interessante na filosofia de Decartes, onde ele tenta empreender um mundo justificado por uma relação de pontos geométricos que se movem e com a relação entre eles, tenta assim construir o próprio mundo "real".
Tanto que fica famoso e lhe dão o seu nome o "plano cartesiano" que é nada mais do que a janela da alma na filosofia de Decartes, um Papel, uma pano de fundo, uma "tela" onde o mundo real acontece.
Leibinz também faz alguma coisa parecida quando tenta explicar a tragetória "existêncial" de qualquer partícula a partir de uma função que ja estaria contida dentro dela mesma, o calculo infinitezimal, que estudamos até hoje e conhecido como calculo integral.
A história da filosofia e o desenvolvimento do pensamento é lindo!!

Dai chega Imanuel Kant e diz: Ta tudo errado, essas representações metafísicas estão todas equivocadas, umas se baseiam no conhecimento empírico (o mundo fenomenico) e outras no racional (as representações matemáticas do mundo).
O mundo é constituido por Nomenum, que estão fora de mim e que eu não sei o que é absolutamente, não conhecemos a verdadeira natureza das coisas e elas fora de mim são um caos total e não são própriamente Objetos.
Por outro lado, nós temos a capacidade de aglomerar esse caos e formar conceitos, aglomeramos as informações de 12 maneiras diferentes, os "imperativos categóricos", e além do mais essas formas são a posteriori porque só as conhecemos logo depois da experiência delas, existem também as formas a priori da mente que são conhecidas independente da experiência, que é o espaço e o tempo, funções de construção e organização dos "nomenons" que se localizam fora do Eu, do Sujeito.
Logo após a "impressão" feita pelas nossas formas nos nomenos, esses passam a ser Phaenomenons (fenomenos), e só assim é que conhecemos o mundo...


Portanto acaba por unificar muito do que se sabia até aquela epoca sobre a natureza e a metafísica..
Claro que essa é uma explicação RUDIMENTAR de uma das filosofias mais completas da explicação da natureza que existe no seu livro Immanuel Kant - Crítica da Razão Pura, mas é o que eu pude alncançar :/


Fantástico!!
 
Não li... Do que trata?

Então, o livro eh meio confuso, ele fala sobre o espaço-tempo ( nossa realidade ) e o além, que eh o além do espaço-tempo, ( q estaria dentro de nós ) simples assim.

mas o que me fez lembra do livre foi

Que é isso, que ha em todas as coisas? Que é que tudo tem? Que é que, tirando todas as diferenças, permanece?!
Eu vos digo, que permanece, é ser, pois todas as coisas são.
Por mais que haja diferença entre um ou outro objeto, aquilo e isto, o outro e o você, o eu e a arvore, o amor e o dente do tubarão, por mais que haja diferença entre todos aspéctos dessas modalidades de objetos, todos são aquilo que são. Portante, ser é daquilo que tudo é feito, aquilo que tudo tem.
O ser é indemostrável, o ser simplismente.. ele É.

Então, dai ele diz de dois cara q tiveram a ideia de q todas as particulas do universo podim ser uma soh...usando o exemplo de um eletron, minusculo grão de eletrecidade responsavel não só pela estrutura dos átomos e moléculas, mas também pelo sistema nervoso do homem. Sem seus saltos de um lado para o outro, toda atividade química deixaria de existir. Agora imagine q esse elétron possa retroceder no tempo, fazendo isso, ele seria capaz de aparecer em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, podendo aparecer em varios lugares ao mesmo tempo...se isso eh complicado de entender, leiam o livro e fica mais facil de imaginar...mas acho q isso não se encaxa nesse tópico.
 
Então, o livro eh meio confuso, ele fala sobre o espaço-tempo ( nossa realidade ) e o além, que eh o além do espaço-tempo, ( q estaria dentro de nós ) simples assim.

mas o que me fez lembra do livre foi



Então, dai ele diz de dois cara q tiveram a ideia de q todas as particulas do universo podim ser uma soh...usando o exemplo de um eletron, minusculo grão de eletrecidade responsavel não só pela estrutura dos átomos e moléculas, mas também pelo sistema nervoso do homem. Sem seus saltos de um lado para o outro, toda atividade química deixaria de existir. Agora imagine q esse elétron possa retroceder no tempo, fazendo isso, ele seria capaz de aparecer em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, podendo aparecer em varios lugares ao mesmo tempo...se isso eh complicado de entender, leiam o livro e fica mais facil de imaginar...mas acho q isso não se encaxa nesse tópico.


Entendi mais ou menos, e ja quero fazer umas objeções mesmo assim :D
Ele ja está usando um suporte fenoménico, o espaço e o tempo, que devem ser assim consideradas suposições a priori, sem qualquer tipo de experimentação, mas, pelo contrário, como condição necessária de se verificar os fenomenos, pois é como os vemos, no espaço e no tempo.
Porém, existem mais profundidades nesses suportes metafísicos, principalmente Heidegger evoluiu neste sentido.
O senso comum das pessoas costuma achar que de algum modo, a existência tomada como um todo, ainda ela desliza na função "tempo", as coisas acontecem NO tempo.
Mas existe aqui um pulo do gato, um pequeno detalhe que muitas pessoas que não atingiram um estado metafísico conseguem entender, que o suporte fenoménico que deseja a representação total do universo ele deve conter inclusive a função tempo.
Desdobrando essa idéia é o seguinte, o SER das coisas, o suporte fenoménico "ser", aquilo que tudo tem, aquilo que em tudo se realiza, ele é inclusive o tempo.
Não pode jamais ter havido um tempo em que o tempo não foi, assim como não pode haver um espaço além do próprio espaço (não pode haver margem no universo).
O ser é inclusive o tempo, independente da multiplicidade, da liberdade, do caos, do acaso e de tudo o mais, a maneira como as coisas são elas dependem exclusivamente do ser antes de dependerem do tempo própriiamente dito..
Erro que muitos até físicos de renome incorrem, aqueles que tem como modelo do universo origináriio do big bang, ou modelos de expansão do universo, todos eles não atiingiram ainda essa pequena sutileza.
Inclusive Einstein na sua formulação da teoria da relatividade incorre no mesmo erro ao achar que a função tempo poderia ser relativa ao espaço e o movimento exclusivamente.
Em verdade, esta repesentação de Einstein não é errada, é incompleta, porque não roga que deve existir um tempo além desse tempo da teoria, o tempo metafísico que é um sustentáculo dos experiimentos e que está antes incluido no SER e não apenas no universo fenomenico.
È uma questão bem complexa e de uma sutileza de interpretação.. Não peço a ninguem que acredite, é apenas um exercício pra mim escrever sobre metafísica portanto fiquem a vontade para objeções :D
 
Sabe o que é interessante na sensibilidade? É que conforme você desenvolve a sensibilidade você começa a identificar alguns elementos do pensamento humano que aparecem em comum entre várias area diversas da ciência... E além relacionar umas as outras de modo a traçar uma equivalência e tabular também uma série de estágios de desenvolvimento do pensamento.
O filosofo, o físico, o metafísico, o matemático, o historiador, o cristão, o budista...
Todos as formas de pensamento tem os pontos onde se fundem, uma cadeia de valores conecta embasa todos esses pensamentos, e conforme o ato de conhecer você vai vendo essas noções mais bem delimitadas, mais claras e distintas...
É justificavel que os grandes pensadores puderam atingir niveis de consciência tão alto, o conhecimento é maior dos poderes e não conhece limites.
 
Esse forum é muito bom pra falar sobre questões mais intelectuais que causaria uma certa estranheza nas pessoas comuns.. É por isso que gosto daqui :D
 
Esse forum é muito bom pra falar sobre questões mais intelectuais que causaria uma certa estranheza nas pessoas comuns.. É por isso que gosto daqui :D

..:).. por isso também gostamos daqui...
 
bilibin2.jpg
 
Olha o vovô no vale do amanita.. ,)
 
eheauheaueahueahea

esse clorofila eh o maximo

me mato de rir vendo as imagens ke ele coloca,sempre mtobem vindas

aegueaheauhea

velinho amanita do vale ambrosiano!!!!:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D
 
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