- 19/01/2010
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Um sutil insight criativo do dia 10 de setembro de 2011. Condições favoráveis, planejamento, sincronização de eventos e os psylocibes selvagens mais concentrados que já vi na minha vida.
Depois de um dia de contemplação e exercício de paciência (tive que aguardar das 14:00 as 20:00), somado a um jejum de um dia inteiro, o preparo da sopa de fubá mais engraçada e rica em nutrientes ativos universais que alguém jamais imaginou existir. A escolha do fubá se deu por ser uma homenagem a nossos povos indígenas meso-americanos que tinham com o milho sua fonte de alimento diário e somado ao sagrado alimento psylocibes a junção para poder ingerir sem criar a famosa bandeira marcada que o chá faz, disfarçar um pouco o gosto de mofo e tornar a ingestão deles algo deveras palatável...
Não entrarei em muitos detalhes pessoais, mas tentarei passar a essência do que eu senti...
No refúgio sagrado da família, uma cadeira estrategicamente posta em um lugar confortável onde somente a luz da noite iluminada por uma lua quase cheia, do qual as condições físicas contribuíram com que o Moonbow (arco-íris lunar) maravilhoso, louco e fractal aparecesse, os efeitos iniciais demostraram que a viagem seria alta e louca. Com pouco mais de 15 min creio eu, as luzes se espalharam como nas imagens sagradas existentes de iluminação, e o movimento das nuvens entraram naquele movimento sinérgico... Os pensamentos começaram a acelerar de uma forma a provar que nenhuma experiência não é igual a outra, e o que estiver escondido por detrás da máscara do ego viria vir para ser analisado, processado e na pior das hipóteses, provocar efeitos colaterais de um estado de quase morte, vai te levar para as profundezas. De olhos fechados, os navegantes mais experientes que me ajudem, as formas assumiam em três cores muito fortes: O verde limão, o azul celeste e o Purpura Profundo. Muito forte. Muito Down to Earth. Pela primeira vez senti um medo absurdo do tempo, e obrigado a entender que a mensagem deverá ser passada para frente como ocorreu comigo. Eu virei a escolha. Como guia o meu mp3 sincronizou em um evento do qual não imaginava que seria daquela maneira. Stairway to Heaven, exatamente nos mesmos moldes da cena que o Jimmy Page passa sobre a cena dele no filme the song remains the same, em que sob a luz da lua cheia, ele encontra com seu heremita aos poderes do arco mágico. Varias músicas tocaram antes ou depois de Stairway, mas quando isso ocorreu, a lua saiu por detrás das trevas emanando o arco-íris em fractal, e me fundi em uma coisa só. O poder da lua me arrastando na velocidade da luz em forma de pensamento para o ensinamento: Estamos de passagem, temos dois caminhos a escolher, sendo que essa definição de caminho, pra mim, seria na questão de escolher entre ser efêmero (coisas mundanas, obvias e nojentas) ou ser eterno, sendo que para atingir a eternidade, temos que aprender, aprender e aprender. Parar de impor as minhas verdades. Cada um tem o direito de garimpar e formular, afim de sempre estabelecer um processo de crescimento pessoal. Mergulhar de cabeça naquilo que não vem escrito em livros. Senti na pele o que significa a noção real de ocultismo. Olhar para dentro de si mesmo e afinar a balança do dualismo bem/mal afim de estabelecer o equilíbrio entre aquilo que te mata e aquilo que acende a faísca criativa do seu processo de evolução. Muita pretensão quem acha que possui a chave das certezas materializadas sobre uma forma de imagem ou papel. Eu sei que vocês sabem o que eu quero dizer. E para os senhores das certezas, uma hora a coisa te pega...
Parece simples eu descrevendo assim, em calmarias. Mas no meio do processo eu travei total. Acho que levei mais ou menos 1 hora para conseguir beber meio copo da água, e me perguntaram se eu estava brincando de estátua as únicas palavras que conseguiam ser entendidas era Foda-se tudo e Led Zeppelin... Em um momento, mesmo O MestreZen e o meu primo estando por perto, eu não estava em mim, tentava mas não conseguia me tocar. Virei em 2d... Buscar o equilíbrio, ser uma rocha e não rolar... Coisas que fazem com que nos identificamos com a literal da palavra UNIVERSO. Um ser reconhecendo o todo na unidade do todo reconhecendo o ser. Talvez a vida comece em um orgasmo e termine em um orgasmo, sendo que para isso, a continuidade do DNA deve ser preservada, para que no final do seu tempo, sinta a tranquilidade de estar com a consciência de dever cumprido. Senti um AMOR por aqueles que partiram e um AMOR por aqueles que nem chegaram. Eu estou no foco, o meu momento é agora, e a coisa tem de continuar... Nem que o planeta terra rache no meio. Mas não existe BONUS sem ONUS... Não existe luz sem trevas... Buscar o equilíbrio... E cada um tem que descobrir dentro de si mesmo como navegar neste processo todo. Não vem no manual. Não sou mais a mesma pessoa.
Depois de um dia de contemplação e exercício de paciência (tive que aguardar das 14:00 as 20:00), somado a um jejum de um dia inteiro, o preparo da sopa de fubá mais engraçada e rica em nutrientes ativos universais que alguém jamais imaginou existir. A escolha do fubá se deu por ser uma homenagem a nossos povos indígenas meso-americanos que tinham com o milho sua fonte de alimento diário e somado ao sagrado alimento psylocibes a junção para poder ingerir sem criar a famosa bandeira marcada que o chá faz, disfarçar um pouco o gosto de mofo e tornar a ingestão deles algo deveras palatável...
Não entrarei em muitos detalhes pessoais, mas tentarei passar a essência do que eu senti...
No refúgio sagrado da família, uma cadeira estrategicamente posta em um lugar confortável onde somente a luz da noite iluminada por uma lua quase cheia, do qual as condições físicas contribuíram com que o Moonbow (arco-íris lunar) maravilhoso, louco e fractal aparecesse, os efeitos iniciais demostraram que a viagem seria alta e louca. Com pouco mais de 15 min creio eu, as luzes se espalharam como nas imagens sagradas existentes de iluminação, e o movimento das nuvens entraram naquele movimento sinérgico... Os pensamentos começaram a acelerar de uma forma a provar que nenhuma experiência não é igual a outra, e o que estiver escondido por detrás da máscara do ego viria vir para ser analisado, processado e na pior das hipóteses, provocar efeitos colaterais de um estado de quase morte, vai te levar para as profundezas. De olhos fechados, os navegantes mais experientes que me ajudem, as formas assumiam em três cores muito fortes: O verde limão, o azul celeste e o Purpura Profundo. Muito forte. Muito Down to Earth. Pela primeira vez senti um medo absurdo do tempo, e obrigado a entender que a mensagem deverá ser passada para frente como ocorreu comigo. Eu virei a escolha. Como guia o meu mp3 sincronizou em um evento do qual não imaginava que seria daquela maneira. Stairway to Heaven, exatamente nos mesmos moldes da cena que o Jimmy Page passa sobre a cena dele no filme the song remains the same, em que sob a luz da lua cheia, ele encontra com seu heremita aos poderes do arco mágico. Varias músicas tocaram antes ou depois de Stairway, mas quando isso ocorreu, a lua saiu por detrás das trevas emanando o arco-íris em fractal, e me fundi em uma coisa só. O poder da lua me arrastando na velocidade da luz em forma de pensamento para o ensinamento: Estamos de passagem, temos dois caminhos a escolher, sendo que essa definição de caminho, pra mim, seria na questão de escolher entre ser efêmero (coisas mundanas, obvias e nojentas) ou ser eterno, sendo que para atingir a eternidade, temos que aprender, aprender e aprender. Parar de impor as minhas verdades. Cada um tem o direito de garimpar e formular, afim de sempre estabelecer um processo de crescimento pessoal. Mergulhar de cabeça naquilo que não vem escrito em livros. Senti na pele o que significa a noção real de ocultismo. Olhar para dentro de si mesmo e afinar a balança do dualismo bem/mal afim de estabelecer o equilíbrio entre aquilo que te mata e aquilo que acende a faísca criativa do seu processo de evolução. Muita pretensão quem acha que possui a chave das certezas materializadas sobre uma forma de imagem ou papel. Eu sei que vocês sabem o que eu quero dizer. E para os senhores das certezas, uma hora a coisa te pega...
Parece simples eu descrevendo assim, em calmarias. Mas no meio do processo eu travei total. Acho que levei mais ou menos 1 hora para conseguir beber meio copo da água, e me perguntaram se eu estava brincando de estátua as únicas palavras que conseguiam ser entendidas era Foda-se tudo e Led Zeppelin... Em um momento, mesmo O MestreZen e o meu primo estando por perto, eu não estava em mim, tentava mas não conseguia me tocar. Virei em 2d... Buscar o equilíbrio, ser uma rocha e não rolar... Coisas que fazem com que nos identificamos com a literal da palavra UNIVERSO. Um ser reconhecendo o todo na unidade do todo reconhecendo o ser. Talvez a vida comece em um orgasmo e termine em um orgasmo, sendo que para isso, a continuidade do DNA deve ser preservada, para que no final do seu tempo, sinta a tranquilidade de estar com a consciência de dever cumprido. Senti um AMOR por aqueles que partiram e um AMOR por aqueles que nem chegaram. Eu estou no foco, o meu momento é agora, e a coisa tem de continuar... Nem que o planeta terra rache no meio. Mas não existe BONUS sem ONUS... Não existe luz sem trevas... Buscar o equilíbrio... E cada um tem que descobrir dentro de si mesmo como navegar neste processo todo. Não vem no manual. Não sou mais a mesma pessoa.